A educação ambiental ganhou um espaço especial na rotina dos estudantes da EMEFTI (Escola Municipal de Ensino Fundamental em Tempo Integral) Maria Barbosa.
No dia 24 de setembro, a unidade escolar recebeu alunos da Fafram (Faculdade Doutor Francisco Maeda), acompanhados pelo professor Toca, para uma atividade que marcou a concretização da horta escolar, iniciativa que vem sendo construída a partir da união entre escola e instituição de ensino superior.
O projeto nasceu de uma iniciativa da professora de Educação Ambiental, Renata Lima, que idealizou a criação da horta desde que passou a atuar na escola. A proposta foi apresentada à equipe gestora e recebeu o apoio da direção, representada pela diretora Sandra Atanásio, e do coordenador Rubiano.
A aproximação com a Fafram, por meio das professoras Regina e Lívia, possibilitou transformar o projeto em uma ação prática. Desde então, estudantes da faculdade passaram a contribuir com conhecimentos e atividades junto aos alunos da EMEFTI Maria Barbosa.
Além de acompanhar o processo de plantio e cultivo, os estudantes da escola participam dos cuidados diários com a horta, aprendendo na prática sobre natureza, alimentação, sustentabilidade e responsabilidade ambiental. A proposta também permite que os próprios alunos acompanhem o desenvolvimento dos alimentos até o momento da colheita e consumo. Segundo a professora Renata Lima, a realização do projeto demonstra como a união entre profissionais da educação e instituições pode gerar novas experiências de aprendizagem.
“Como educadora, tirar uma ideia do papel é maravilhoso, mas tenho plena convicção de que sozinha não teria realizado nada. Agradeço a Deus pela oportunidade de estar nesta escola, onde a gestão acolhe tudo que é realizado em prol do aluno”, afirmou.
Renata também destacou a participação da Fafram e dos estudantes envolvidos na atividade. Para ela, a presença dos jovens universitários trouxe novas experiências para os alunos e mostrou a importância de estabelecer parcerias que aproximem diferentes espaços de aprendizagem.
A iniciativa representa uma experiência que vai além do cultivo de alimentos, utilizando a horta como ferramenta pedagógica para estimular nos estudantes o contato com a natureza, o trabalho coletivo e a valorização de práticas sustentáveis. “Eu não acredito em coincidência, eu acredito em providências que proporcionam encontros como esses, que tenham trocas de saberes, pois ninguém sabe tanto, a ponto de não querer aprender ainda mais, com humildade e respeito ao próximo”, concluiu a professora.