Os pescadores, porém, devem estar atentos às regras de pesca vigentes no Estado
O 4º Batalhão de Policiamento Ambiental Anunciou a conclusão da Operação Piracema ontem, sexta-feira, dia 28 de fevereiro, marcando o fim do período de defeso na Bacia do Rio Paraná, a qual pertence o Rio Grande e seus afluentes na região.
A operação iniciou em novembro e teve como principal objetivo a preservação das espécies nativas durante a época de reprodução, garantindo o equilíbrio ecológico e a sustentabilidade dos recursos pesqueiros.
Com o término da Piracema, os pescadores, porém, devem estar atentos às regras de pesca vigentes no Estado de São Paulo. A pesca está liberada, desde que sejam respeitadas as normas estabelecidas.
Entre as regras está a cota para captura e transporte ao pescador amador, que é de 10 quilos mais um exemplar, vedado ainda ao pescador amador a comercialização ou industrialização.
Ainda por parte do pescador amador, a proibição do uso de petrechos predatórios, como redes de arrasto e espinhéis, podendo se utilizar embarcações, usando somente equipamentos como linha de mão e anzol, caniço, vara com molinete ou carretilha.
Quanto aos pescadores artesanais profissionais, a pesca com uso de redes de emalhar (método de espera) e demais petrechos de pesca profissional poderá ser praticada, utilizando se, inclusive, embarcações em suas pescarias na captura de espécies nativas da bacia do Rio Paraná e não nativas (espécies de outras bacias, como o Tucunaré).
O 4º Batalhão de Policiamento Ambiental reforça seu compromisso com a preservação do meio ambiente e a fiscalização das atividades pesqueiras e ratifica sua missão em atuar na defesa do Estado e das instituições democráticas, preservando a ordem pública, a incolumidade das pessoas e o patrimônio, tendo por fundamentos os Direitos Humanos, a Polícia Comunitária e a Excelência da Gestão.
O Policiamento Ambiental esteve operando com força total no período que antecedeu a abertura da pesca, pelas águas interiores e por terra, com o reforço do Patrulhamento Rural Ostensivo nas áreas de interesse pesqueiro.
A população pode colaborar denunciando infrações ambientais por meio do telefone 190 ou pelo contato direto com a Polícia Ambiental. A conscientização e o cumprimento das normas são fundamentais para garantir a biodiversidade dos rios paulistas e a sustentabilidade da pesca para as futuras gerações.