Os funcionários dos Correios de Ituverava e região aderiram à greve nacional e completaram sexta, dia 28 de agosto, 10 dias de paralisação.
Os principais motivos do movimento da categoria são os cortes de benefícios e redução de salários. Os trabalhadores também são contra a privatização da estatal.
Na última semana do mês de agosto, carteiros da região, Orlândia, São Joaquim da Barra, Guará, Miguelópolis, Aramina e Igarapava estiveram em Ituverava e intensificaram a greve dos Correios.
Segundo a regional do Sintect (Sindicato dos Trabalhadores dos Correiros) a paralisação continua e o movimento é contrário às privatizações e à retirada de benefícios e direitos.
“A greve é a mais forte dos últimos 20 anos, com adesão de 80% da área operacional e cada vez maior. Algumas unidades na região estão fechadas por conta da adesão total dos trabalhadores. Outras, no entanto, trabalham parcialmente”, disse o Sintect, por meio de nota de imprensa.
A Federação Nacional dos Trabalhadores em Empresas dos Correios e Similares (FENTECT) informou que a categoria foi surpreendida desde o dia 1º de agosto com a revogação do atual Acordo Coletivo que estaria em vigência até 2021.
Foram retiradas 70 cláusulas com direitos como 30% do adicional de risco, vale alimentação, licença maternidade de 180 dias, auxílio creche, indenização de morte, auxílio creche, indenização de morte, auxílio para filhos com necessidades especiais, impedindo tratamentos diferenciados e que garantem melhor qualidade de vida, pagamento de adicional noturno e horas extras.