O escritor ituveravense Lúcio Lima Júnior lançará na sexta-feira, dia 14 de fevereiro, os livros “Nam June Paik – Uma proposta artístico-pedagógica”, “A cada click uma viagem” e “Que tal?! O Impossível”.
As obras serão apresentadas no Centro Cultural Professor Cícero Barbosa Lima Júnior, às 20 horas. Ele aproveita para convidar toda população e amigos para prestigiar.
O autor Lucio Lima Jr. nasceu no dia 15/05/1984. Natural de Ituverava, interior do Estado de São Paulo. Bacharelou-se em Comunicação e Artes do Corpo, Habilitação Teatro, pela PUC-SP, e em Artes do Espetáculo, Cinema, pela Universidade Paris 8. Fez oficinas de teatro com a Companhia Odin Teatret e o Teatro do Oprimido. Morou na Inglaterra, Dinamarca, França, Itália e Alemanha. Outras obras: Memórias Sentimentais de um Ator-mentado, Cadernos de Traduções, 31 Poetas 113 Poemas, Que tal o Impossível!, A cada click uma viagem e Nam June Paik. Ele é filho da prefeita Adriana Quireza Jacob Lima Machado e o saudoso ex-prefeito, dentista e artista plástico Lúcio Adalberto Lima Machado, e tem os irmãos Carlos Magno Jacob Lima Machado, que é vereador e Luciana Jacob Lima Machado.
As obras
Conforme descreveu o próprio autor em suas obras:
O livro Nam June Paik: uma proposta artístico-pedagógica surgiu a partir de um acervo/exposição museístico que apresenta, analisa e descreve o conjunto de sete principais obras do vídeo-artista multimídia, performer, gravurista, designer e compositor pós-moderno que explorava diferentes linguagens e tecnologias de maneira interdisciplinar; integrando várias disciplinas entre si, tais como: gravura, instalação, vídeo-performance, performance musical, design visual, escultura e arte eletrônica.
A abordagem mediatriz educativa tratada será a sociocultural. O mediador se valerá de critérios plurais para construir a aprendizagem, a partir do conhecimento prévio do visitante e será relevante a experiência de vida e cultura do mesmo.
O objetivo de instigar a formular novas perguntas ao invés de buscar respostas pré-prontas, motivar o trabalho em grupos, e florescer uma visão crítica de mundo, única e individual.
Já em “Que tal? O Impossível” ele destaca a beleza intrínseca da língua estranha, estrangeira, não natural é sensível a mudanças profundas, revirando-lhe as entranhas e virando-lhe do avesso se faz possível dar a luz a um processo novo, diverso, oriunda das origens, língua materna, próximo da beleza de nosso universo primevo, nossa língua-gem individual psicossocial.
Traduzir é um processo de bricolagem, work-in-progressing, montar e desmontar, se achar e se perder, é um experimento, como faz um químico em seu laboratório, um cientista inventando fórmulas, um filósofo recriando conceitos. Conhecer bem a língua de origem, a obra, o autor, para fazer sua expansão, sua propagação na língua de chegada, é a tarefa do ato de traduzir.
Sobre “A Cada click uma viagem”: surgiu de frases de para-choques, manchetes de jornais, provérbios chineses, prosas-poemas, crônicas, poesias concretas e contemporâneas, tendo me inspirado os autores Paulo Leminski e Arnaldo Antunes.